quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


Forte? Talvez sim, talvez não. Aparentemente uma muralha. De Palha. Ofuscando golpes do externo, repelindo ajuda, se achando suficientemente capaz de ser sozinho, quando na verdade é uma folha em uma arvore, como qualquer outro que precisa de todos a sua volta para ser maior, para ser um todo. Mas ao contrario dos outros se acha bom o bastante, bom para se desprender da arvore em um dia de outono, cinza, difícil. Auto-confiante ou auto-destrutivo? Os dois. O ‘Q’ da questão é que essa mesma ira cair e secar, sozinho, no chão. Mas até aí é só uma questão de escolha. Agora lhes pergunto: Culpado? Talvez sim, talvez não. Sempre há um vento forte o suficiente para jogar a folha longe o bastante da sua arvore, para arrancá-la e negar a sua permanência perto das flores.

Nada é simples, nada depende só de um lado da moeda. Além da ação e reação, há a intervenção, e essa influência muito, é capaz de mudar tudo para sempre. Não há como prever quando elas aparecerão, com que intensidade ou qualquer coisa. Elas aparecem como o vento forte nas folhas. Como um coringa. A precaução? Não se ache forte, você precisa dos outros assim como eles precisam de você. Valorize os que estão a sua volta. Os que quando você estiver como uma folha no chão, secando sozinha, virão em cima de ti para servir de escudo.

Agora a solução? Não sei. Mas se descobrir me avise, pois os meus escudos de folhas não são eternos.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Simplesmente, amigos.



Sem vocês eu não seria nada, sem a força que muitos me deram talvez não estivesse aonde estou hoje, são uma das coisas mais importantes na minha vida! Não tenho nem como explicar o quando eu os amo, e os absurdos que eu faria para sempre ver um sorriso estampado em seus rostos, e principalmente para estancar suas lágrimas. Só queria que soubessem que estarei aqui para o que precisarem, seja o que for. E se tu tem dúvida de quem seja estes quem falo, talvez não seja um deles.

Tenso



Talvez seja apenas um momento de transição, mas como pode tudo estar tão estranho? Princípios que eu não achava que teria antes, agora são os que mais me importam. Queria saber também o porque de que tudo ao meu redor parece estar tão instável, e eu ser praticamente um figurante, sem que nada disso me afete diretamente, sem que eu possa mudar, isso me deixa agoniado, porque odeio ver quem eu gosto com problemas e não poder ajudar. Pode até ser paranóia minha, e eu torço todo dia pra que seja, mas o ritmo de tudo está totalmente diferente do que costumava ser. Acho que a gente só não pira quando tem um ponto de paz, alguém que te faz esquecer de tudo, simplesmente por existir.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Escolhas


A vida as vezes nos remete a coisas que não queríamos fazer, escolhas que se pudéssemos não faríamos nem sequer em sonho, escolhas nem que sempre levam a uma consequência absolutamente boa, mas que são essenciais para prosseguirmos. Sei que na minha vida fiz escolhas erradas e perdi muita coisa por isso, sei também que ainda farei muitas escolhas, entre elas boas ou ruins, mas afinal isso é mais do que normal porque ninguém é perfeito e isso todo mundo sabe, só queria que as pessoas entendessem que isso sempre levara a algo, e que no final isso não afeta somente a quem escolhe e sim a todos em sua volta, então é bom medi-las antes de qualquer coisa. Mas como diz Humberto Gessinger "Se eu soubesse antes o que sei agora, erraria tudo exatamente igual."

O início


Para tudo se tem um ponto de partida, um referencial, um início. Digamos que essa postagem seja ponto de partida (ou quaisquer seja o nome que queira chamara) do meu blog. Aqui eu irei expor varias coisas, nem eu mesmo sei direito o que, o que sei que não é para agradar ninguém, e sim para fazer com que meus pensamentos não sejam esquecidos no tempo, e sim guardados aqui, apenas um recinto de idéias que me vem a todo momento. Um registro do meu caminho.